31 de mar. de 2008
23 de mar. de 2008
Discutir a Relação? Especialistas dizem NÃO!
Se os pesquisadores estiverem certos e tudo isso funcionar, a gente pode voltar a dormir, tranqüilos, sem precisar nunca mais ficar até de madrugada “discutindo a relação”...
Dicas para elas:
Acredite nele.
Ajude-o a ser um bom amante, deixe que ele saiba o que agrada a você.
Ajude-o a fazer você feliz. O macho enraivecido, controlador e ‘cala a boca’ está tentando não se sentir um fracasso por não ser capaz de fazer uma mulher feliz.
Diga a ele quão infeliz você se sente e você corre o risco de perdê-lo.
Diga a ele o que faz você feliz e suas chances aumentam vertiginosamente.
Aceite que ele tem todo interesse no bem-estar das crianças, mesmo que para você o jeito dele lidar com a paternidade chegue no limite do absurdo. Depois, converse com calma sobre assuntos BEM ESPECÍFICOS relacionados aos filhos.
Deixe que ele saiba exatamente que atitudes dele fazem você se sentir segura e acolhida.
Faça com que ele saiba que você aprecia o trabalho dele.
Receba suas tentativas - ainda que desastrosas - de fazer as pazes com sabedoria. Para os homens, muitas vezes pedir desculpas beira a submissão mais abjeta (coisa que os estudiosos acima garantem que faz com que eles se sintam vira-latas molhados e acuados). É mais provável que em vez de pedir desculpas, como sua melhor amiga com certeza faria, ele tente “consertar” as coisas concretamente. Mudando algum comportamento ou fazendo algo para você. Aceite, amiga, não é eloqüente, mas é sincero...
Dicas para eles:
Respeite-a.
Ouça o que ela diz.
Expresse confiança no julgamento dela.
Ajude-a tanto quanto você puder.
Toque nela, mas na seguinte proporção: oito toques não-sexuais - apenas manifestações de afeto ou de carinho - para cada dois que expressem desejo sexual.
Respeite os laços dela com a família e as amigas.
Peça desculpas toda vez que você não conseguir seguir os conselhos acima.
Acolha com ternura as tentativas dela de pedir desculpas.
E, sobretudo, esteja lá, por perto, quando ela precisar.
* (Adília Beloti - STUM, do Livro: How to Improve your Marriage Without Talking about It)
Acredite nele.
Ajude-o a ser um bom amante, deixe que ele saiba o que agrada a você.
Ajude-o a fazer você feliz. O macho enraivecido, controlador e ‘cala a boca’ está tentando não se sentir um fracasso por não ser capaz de fazer uma mulher feliz.
Diga a ele quão infeliz você se sente e você corre o risco de perdê-lo.
Diga a ele o que faz você feliz e suas chances aumentam vertiginosamente.
Aceite que ele tem todo interesse no bem-estar das crianças, mesmo que para você o jeito dele lidar com a paternidade chegue no limite do absurdo. Depois, converse com calma sobre assuntos BEM ESPECÍFICOS relacionados aos filhos.
Deixe que ele saiba exatamente que atitudes dele fazem você se sentir segura e acolhida.
Faça com que ele saiba que você aprecia o trabalho dele.
Receba suas tentativas - ainda que desastrosas - de fazer as pazes com sabedoria. Para os homens, muitas vezes pedir desculpas beira a submissão mais abjeta (coisa que os estudiosos acima garantem que faz com que eles se sintam vira-latas molhados e acuados). É mais provável que em vez de pedir desculpas, como sua melhor amiga com certeza faria, ele tente “consertar” as coisas concretamente. Mudando algum comportamento ou fazendo algo para você. Aceite, amiga, não é eloqüente, mas é sincero...
Dicas para eles:
Respeite-a.
Ouça o que ela diz.
Expresse confiança no julgamento dela.
Ajude-a tanto quanto você puder.
Toque nela, mas na seguinte proporção: oito toques não-sexuais - apenas manifestações de afeto ou de carinho - para cada dois que expressem desejo sexual.
Respeite os laços dela com a família e as amigas.
Peça desculpas toda vez que você não conseguir seguir os conselhos acima.
Acolha com ternura as tentativas dela de pedir desculpas.
E, sobretudo, esteja lá, por perto, quando ela precisar.
* (Adília Beloti - STUM, do Livro: How to Improve your Marriage Without Talking about It)
18 de mar. de 2008
4º Semestre - UFRGS
Amanhã reiniciam as aulas do curso de Pedagogia, o tempo está passando muito rápido, parece que foi ontem que fiz o vestibular. Estou muito animada para rever as colegas e tutoras e para conhecer os novos professores. Neste semestre teremos cinco interdisciplinas:
+ Seminário Integrador IVVamos lá... as férias acabaram, mãos a obra!!!
+ Representação do Mundo pela Matemática
+ Representação do Mundo pelas Ciências Naturais
+ Representação do Mundo pelos Estudos Sociais
+ Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação
10 de mar. de 2008
Pablo Neruda
Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas a amada já...
Saudade é amar um passado
que ainda não passou,
é recusar um presente que
nos machuca, é não ver o futuro
que nos convida...
Saudade é sentir que existe
o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo
deseja sentir saudade:
“aquela que nunca amou"
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido...
é quando o amor ainda não foi embora,
mas a amada já...
Saudade é amar um passado
que ainda não passou,
é recusar um presente que
nos machuca, é não ver o futuro
que nos convida...
Saudade é sentir que existe
o que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo
deseja sentir saudade:
“aquela que nunca amou"
E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido...
28 de fev. de 2008
Colégio Estadual Augusto Meyer
Depois de passar praticamente toda a manhã na 27ª CRE e ficar sabendo que desde o dia 31/12/07 estou sem efetividade - no Ministério do Ar - como diz a assessora da Coordenadoria, finalmente me designaram para uma escola: - Colégio Estadual Augusto Meyer. Apresentei-me as 13h30 como combinado. Conheci a supervisora, a diretora, a vice-diretora e as secretárias. Levaram-me para conhecer os espaços do colégio, achei a infra-estrutura muito boa, tudo bem organizado e limpo. Mas, confesso que voltei para casa um tanto decepcionada, não tem mais turmas de CAT na escola, terei que me contentar em assumir a Biblioteca, estava tão animada em retornar à sala de aula que agora perdi o chão, não sei nem por onde começar! But... não tenho muita escolha agora, então é trabalhar. Voltei as 18h para a reunião geral com todos os Professores, percebi que já conheço algumas pessoas, o que torna as coisas um pouco mais fáceis pra mim. Gostei bastante do grupo, cerca de 40 professores, muito animados, todos muito cordiais e simpáticos. A reunião aconteceu no LABIN, após fizemos várias atividades recreativas no saguão, uma gincana com várias brincadeiras... até dancei com a laranja na testa, meu grupo ficou em último lugar! Enquanto isso, aguardávamos um "palestrante", que só chegou ao final da gincana... era o churrasco. Já percebi que toda reunião lá é um bom motivo para comilança! Oba!!!!
20 de fev. de 2008
Escola Municipal Vitorina Fabre
Hoje pela manhã fui à reunião na escola Vitorina Fabre, já conheço a maioria dos professores do quadro, até porque sou quase que um patrimônio da RME. Na recepção havia um café da manhã bem gostoso que ficamos saboreando enquanto conversávamos sobre os mais diversos assuntos, no primeiro encontro do ano, professores são iguais aos alunos: têm um milhão de novidades para contar e saber dos colegas! Passamos para a sala de reuniões onde a Diretora deu Boas Vindas a todos, logo após o Orientador conduziu a apresentação do grupo e fez uma dinâmica de integração. Além de mim mais três professoras novas estão chegando neste início de ano letivo. A Supervisora passou o Calendário Escolar 2008 e discutimos as datas de reuniões, pontes, etc. Já ficaram combinadas duas confraternizações de professores, uma em julho e outra em dezembro. O grupo de professores me pareceu bem unido e feliz por estar retornando ao trabalho. Acabaram-se as férias... de verdade!
14 de fev. de 2008
O velho medo do novo...
Faltam poucos dias para reiniciar o ano letivo e eu estou com aquele frio na barriga tão peculiar. Por que será que tudo o que é novo, não habitual, diferente daquilo com o que estamos acostumados, nos causa medo? Será que estou com medo de que algo ruim possa me acontecer? O medo deve ter uma função protetora e não paralisante, mas, como fomos ensinados a buscar por segurança e conforto, é natural certa ansiedade diante do desconhecido e dos desconhecidos, né? Isto não é totalmente ruim, é também uma oportunidade de nos reinventarmos de forma criativa e original. Quando chegamos a um lugar diferente temos a chance de fazer diferente, de mudar tudo aquilo que nos incomodava e chateava anteriormente. Apesar do frio na barriga, estou com uma grande disposição interior para encontrar o melhor caminho a seguir no meu "novo" desafio profissional. Vou seguir meu coração, pois é sempre a melhor opção...
21 de jan. de 2008
6 anos...
Seis anos... é um tempão, heim?! Nunca imaginei que chegássemos a tudo isso. Tu também não poderias supor. Não te vejo mais como no início, hoje enxergo tuas verdadeiras cores e isso é bom. Não tenho ilusões, conheço tuas qualidades e defeitos e, assim sou feliz... feliz por amar esse teu jeito de ser que não sei explicar... por te amar do meu jeito... teimoso, belo, intenso e por vezes egoísta. Procuro te fazer feliz... ora mais ora menos... às vezes queria te ver triste, sentindo minha falta... para isso precisaria eu também sentir a tua, mas, não consigo abrir mão de estar contigo em cada momento que posso! Meus sentimentos às vezes são contraditórios? Ohhh sim, são mesmo! Eu sou mulher, sinto saudades e anseio pelo que nunca tive...
6 de jan. de 2008
Ano Novo
"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança,
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez,
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui pra diante vai ser diferente."
Carlos Drummond de Andrade
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança,
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez,
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui pra diante vai ser diferente."
Carlos Drummond de Andrade
5 de jan. de 2008
Resoluções de Ano Novo...
"Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro,
tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre." (Drummond)
Comecei a escrever meu ano novo... tentando deixar pra trás as mazelas de 2007. Fiz minha parte, com certeza, realizei alguns projetos antigos! Mas algumas vezes tive como “força contrária”, exatamente aqueles com quem mais contava. Agora é o momento de começar de novo, acreditar e fazer acontecer. Então resolvi descartar as mágoas. Escrevi tudo num papel e queimei. Também coloquei no papel o que quero para 2008. Fui bem ambiciosa e deixei espaço para aumentar a lista no decorrer do ano... Juntei imagens dos meus desejos e montei um painel, para visualizar todos os dias! Vou trabalhar muito pra isso, mas com prazer, porque nem tudo nesta vida é trabalho... Então também vou aprender coisas novas e ensinar o que já sei. Quero encontrar um tempo só pra mim. Para me iluminar e criar. Começar a fazer Yoga! Vou curtir mais a vida, dar mais risadas... tentar novas experiências. Viajar! Amar muito. Amar muitas pessoas. Amar com toda força de meu coração! Este ano vou rezar mais, com muita fé, por mim, pelos que amo, pelo próximo, pelos que estão distante, por todos... Vou rezar para que meus desejos se realizem, para que os seus também se realizem! E que sejam atendidos primeiro, aqueles que mais precisarem.
que mereça este nome,
você, meu caro,
tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre." (Drummond)
Comecei a escrever meu ano novo... tentando deixar pra trás as mazelas de 2007. Fiz minha parte, com certeza, realizei alguns projetos antigos! Mas algumas vezes tive como “força contrária”, exatamente aqueles com quem mais contava. Agora é o momento de começar de novo, acreditar e fazer acontecer. Então resolvi descartar as mágoas. Escrevi tudo num papel e queimei. Também coloquei no papel o que quero para 2008. Fui bem ambiciosa e deixei espaço para aumentar a lista no decorrer do ano... Juntei imagens dos meus desejos e montei um painel, para visualizar todos os dias! Vou trabalhar muito pra isso, mas com prazer, porque nem tudo nesta vida é trabalho... Então também vou aprender coisas novas e ensinar o que já sei. Quero encontrar um tempo só pra mim. Para me iluminar e criar. Começar a fazer Yoga! Vou curtir mais a vida, dar mais risadas... tentar novas experiências. Viajar! Amar muito. Amar muitas pessoas. Amar com toda força de meu coração! Este ano vou rezar mais, com muita fé, por mim, pelos que amo, pelo próximo, pelos que estão distante, por todos... Vou rezar para que meus desejos se realizem, para que os seus também se realizem! E que sejam atendidos primeiro, aqueles que mais precisarem.
30 de dez. de 2007
Que venha 2008!
"Tudo vai, tudo volta;
eternamente gira a roda do ser.
Tudo morre, tudo refloresce,
eternamente transcorre o ano do ser.
Tudo se desfaz, tudo é refeito;
eternamente constrói-se a mesma casa do ser.
Tudo se separa, tudo volta a se encontrar;
eternamente fiel a si mesmo permanece o anel do ser.
Em cada instante começa o ser;
em torno de todo o "aqui" rola a bola "acolá ".
O meio está em toda parte.
Curvo é o caminho da eternidade".
Nietzsche em Assim Falava Zaratrusta
eternamente gira a roda do ser.
Tudo morre, tudo refloresce,
eternamente transcorre o ano do ser.
Tudo se desfaz, tudo é refeito;
eternamente constrói-se a mesma casa do ser.
Tudo se separa, tudo volta a se encontrar;
eternamente fiel a si mesmo permanece o anel do ser.
Em cada instante começa o ser;
em torno de todo o "aqui" rola a bola "acolá ".
O meio está em toda parte.
Curvo é o caminho da eternidade".
Nietzsche em Assim Falava Zaratrusta
23 de dez. de 2007
14 de dez. de 2007
Reflexões acerca de Currículo, Didática, Avaliação e PPP
No decorrer dos estudos da interdisciplina EPPC, percebi que ao repensar Currículo, Didática, Avaliação e Projeto Político Pedagógico, refletimos sobre que cidadão estamos formando e em que sociedade queremos viver. Compreendi também a importância de todos os segmentos da Comunidade Escolar estarem envolvidos na construção do PPP e, principalmente, participarem efetivamente da sua execução.
O Projeto Político Pedagógico da escola engloba o currículo, a didática, a avaliação, os objetivos e os princípios que a mesma se propõe a realizar, visando transformar a escola num espaço onde cada indivíduo seja autor do seu próprio conhecimento e que este faça sentido para a sua vida.
Hoje todos têm acesso à escola, mas esta escola não esta preparada para atender as diferenças, os professores ainda tem dificuldade de fazer seus planejamentos para atender as necessidades de cada aluno, é praticamente impossível fazer uma adaptação curricular individualizada.
Como professora comprometida que deseja uma transformação social urgente, não aceito mais simplesmente transmitir conteúdos, valores e saberes escolares aos alunos, quero participar ativamente deste processo. E, para tanto, é necessário buscar articular este discurso à nossa prática.
Quando eu trabalhava no Laboratório de Informática, com EJA, os adultos mais idosos não se interessavam pelas atividades propostas e ficavam entediados em frente ao computador. Dei-me conta que era necessário refazer o caminho, que primeiro eu precisava conhecer aquele aluno e suas vivências, percebi que a tecnologia por si só não acrescentaria nada ao aprendizado dos alunos, procurei superar as dificuldades do cotidiano buscando promover a aprendizagem dos alunos. É fundamental que o currículo seja flexível e considere o conhecimento e as vivências de cada aluno, seja ele adulto ou criança, pois a aprendizagem ocorre em todos os espaços onde há interação social.
No relatório da UNESCO elaborado por educadores contemporâneos, foi estabelecido que a educação deve estar apoiada em quatro pilares: "aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a se relacionar e aprender a ser" (Delors, 1999), portanto, é necessário que nós professores estejamos sempre em busca de inovações por uma educação transformadora.
O Projeto Político Pedagógico da escola engloba o currículo, a didática, a avaliação, os objetivos e os princípios que a mesma se propõe a realizar, visando transformar a escola num espaço onde cada indivíduo seja autor do seu próprio conhecimento e que este faça sentido para a sua vida.
Hoje todos têm acesso à escola, mas esta escola não esta preparada para atender as diferenças, os professores ainda tem dificuldade de fazer seus planejamentos para atender as necessidades de cada aluno, é praticamente impossível fazer uma adaptação curricular individualizada.
Como professora comprometida que deseja uma transformação social urgente, não aceito mais simplesmente transmitir conteúdos, valores e saberes escolares aos alunos, quero participar ativamente deste processo. E, para tanto, é necessário buscar articular este discurso à nossa prática.
Quando eu trabalhava no Laboratório de Informática, com EJA, os adultos mais idosos não se interessavam pelas atividades propostas e ficavam entediados em frente ao computador. Dei-me conta que era necessário refazer o caminho, que primeiro eu precisava conhecer aquele aluno e suas vivências, percebi que a tecnologia por si só não acrescentaria nada ao aprendizado dos alunos, procurei superar as dificuldades do cotidiano buscando promover a aprendizagem dos alunos. É fundamental que o currículo seja flexível e considere o conhecimento e as vivências de cada aluno, seja ele adulto ou criança, pois a aprendizagem ocorre em todos os espaços onde há interação social.
No relatório da UNESCO elaborado por educadores contemporâneos, foi estabelecido que a educação deve estar apoiada em quatro pilares: "aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a se relacionar e aprender a ser" (Delors, 1999), portanto, é necessário que nós professores estejamos sempre em busca de inovações por uma educação transformadora.
11 de dez. de 2007
Tristeza & Dor...
"Mas nem sempre é necessário tornar-se forte.
Temos que respeitar a nossa fraqueza.
Então, são lágrimas suaves,
de uma tristeza legítima à qual temos direito.
Elas correm devagar e quando passam pelos
lábios sente-se aquele gosto salgado, límpido,
produto de nossa dor mais profunda."
Clarice Lispector
Temos que respeitar a nossa fraqueza.
Então, são lágrimas suaves,
de uma tristeza legítima à qual temos direito.
Elas correm devagar e quando passam pelos
lábios sente-se aquele gosto salgado, límpido,
produto de nossa dor mais profunda."
Clarice Lispector
9 de dez. de 2007
Sala de aula é lugar de brincar?
A aprendizagem está presente na brincadeira, enquanto brinca, a criança exercita a criatividade e desenvolve sua personalidade sem saber que o está fazendo, pois está completamente absorta no ato de brincar. Segundo Winnicot (1982) "a brincadeira fornece uma organização para a iniciação de relações emocionais e assim propicia o desenvolvimento de contatos sociais". Através do brincar a criança constrói regras, aprende a ouvir e a conviver em grupo, faz isso espontaneamente e intensamente, vivenciando cada instante, cada evento, como se fosse o último, por isso a dificuldade em deixar de brincar.
Na sala de aula, a brincadeira tem um papel mais importante ainda, pois é lá que construímos nossa identidade social, que nos constituímos como seres que fazem parte de um grupo fora da família, ali aprendemos a lidar com as frustrações e a buscar nossos ideais e sonhos. Uma criança que aprendeu valores humanos sólidos, que sabe respeitar o outro, respeitar limites, que conhece seus direitos está se desenvolvendo física e emocionalmente em direção a construção de uma sociedade menos desigual.
Acredito que a sala de aula é lugar de brincar sim, quando o professor desperta em seu aluno o desejo de aprender, quando consegue desafiá-lo a construir seu conhecimento e despertar nele a alegria da descoberta do novo. O professor que promove uma aprendizagem prazerosa, com espaço para o lúdico e para as experimentações, que incentiva a criatividade e autonomia, além de estar aprendendo como seu aluno aprende – pois, na brincadeira a criança expressa seu pensamento, suas emoções e angústias – está também contribuindo para o desenvolvimento integral do seu aluno.
Na sala de aula, a brincadeira tem um papel mais importante ainda, pois é lá que construímos nossa identidade social, que nos constituímos como seres que fazem parte de um grupo fora da família, ali aprendemos a lidar com as frustrações e a buscar nossos ideais e sonhos. Uma criança que aprendeu valores humanos sólidos, que sabe respeitar o outro, respeitar limites, que conhece seus direitos está se desenvolvendo física e emocionalmente em direção a construção de uma sociedade menos desigual.
Acredito que a sala de aula é lugar de brincar sim, quando o professor desperta em seu aluno o desejo de aprender, quando consegue desafiá-lo a construir seu conhecimento e despertar nele a alegria da descoberta do novo. O professor que promove uma aprendizagem prazerosa, com espaço para o lúdico e para as experimentações, que incentiva a criatividade e autonomia, além de estar aprendendo como seu aluno aprende – pois, na brincadeira a criança expressa seu pensamento, suas emoções e angústias – está também contribuindo para o desenvolvimento integral do seu aluno.
29 de nov. de 2007
"Sou uma tela em branco, cuja única tinta que é pintada é o vermelho, que brota de mim".
"Tu e eu, ao perdermos um ao outro,
Ambos perdemos,
Eu, porque tu eras o que eu mais amava,
Tu, porque eu era quem te amava mais.
Mas, entre nós dois,
Tu perdes mais do que eu.
Porque eu poderei amar a outros
Como amei a ti.
Mas a ti nunca ninguém
Jamais amará
Como eu te amei”.
(EC)
Ambos perdemos,
Eu, porque tu eras o que eu mais amava,
Tu, porque eu era quem te amava mais.
Mas, entre nós dois,
Tu perdes mais do que eu.
Porque eu poderei amar a outros
Como amei a ti.
Mas a ti nunca ninguém
Jamais amará
Como eu te amei”.
(EC)
22 de nov. de 2007
23nov07
"É
preciso
que
você
se
vá
e
que
eu
fique
sozinha
olhando
flores
e
passarinhos
- sem uma palavra –
só sentimentos."
preciso
que
você
se
vá
e
que
eu
fique
sozinha
olhando
flores
e
passarinhos
- sem uma palavra –
só sentimentos."
(CL)
17 de nov. de 2007
"Être et avoir"
"Ser e Ter" - França, 2003, 104 minutos. Documentário. Direção: Nicolas Philibert
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O filme se passa em uma escola primária multisseriada no interior da França, na região de Auvergne, onde o professor/ator Georges Lopez – que está se aposentando, já com 35 anos de magistério - leciona para uma turma de treze crianças, com idades entre 4 e 10 anos.
Acompanhando a mesma turma do jardim de infância até o final do curso primário, o professor, extremamente dedicado e apaixonado pelo que faz, ensina os três grupos de alunos aplicando atividades diferentes para cada faixa etária. Respeitando a individualidade e o ritmo de aprendizagem de cada um de seus alunos, ele é firme nos momentos necessários sem levantar a voz em nenhum momento, reafirmando em cada acontecimento comum no dia-a-dia de uma sala de aula, valores como: afeto, amor, honestidade e amizade, seu objetivo é levar as crianças a entenderem que mais importante do que ter é ser.
Desde o momento em que ensina as primeiras letras ou as atividades de matemática para os maiores, nas aulas de culinária, no piquenique no campo e até mesmo na visita a escola média, o professor aproveita todos os momentos e falas dos alunos para escutá-los, provocá-los e desafiá-los a construírem seu próprio conhecimento; sua dedicação se reflete na mudança de atitude dos alunos que algumas vezes brigavam, na preocupação e cuidado que adquiriram com os colegas menores que muitas vezes precisavam de auxílio, e nas habilidades que construíram em enfrentar novos desafios que encontrarão nas novas etapas da vida.
Construindo uma relação baseada no respeito, confiança e companheirismo, o professor, que tem um olhar atento para cada um de seus alunos, mostra que é possível perceber e conviver com as diferenças dentro da sala de aula, sejam elas culturais, raciais, de personalidade ou de idade entre as crianças e, mais ainda, afirma que estas diferenças podem contribuir para o desenvolvimento de cada um dos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.
Acompanhando a mesma turma do jardim de infância até o final do curso primário, o professor, extremamente dedicado e apaixonado pelo que faz, ensina os três grupos de alunos aplicando atividades diferentes para cada faixa etária. Respeitando a individualidade e o ritmo de aprendizagem de cada um de seus alunos, ele é firme nos momentos necessários sem levantar a voz em nenhum momento, reafirmando em cada acontecimento comum no dia-a-dia de uma sala de aula, valores como: afeto, amor, honestidade e amizade, seu objetivo é levar as crianças a entenderem que mais importante do que ter é ser.
Desde o momento em que ensina as primeiras letras ou as atividades de matemática para os maiores, nas aulas de culinária, no piquenique no campo e até mesmo na visita a escola média, o professor aproveita todos os momentos e falas dos alunos para escutá-los, provocá-los e desafiá-los a construírem seu próprio conhecimento; sua dedicação se reflete na mudança de atitude dos alunos que algumas vezes brigavam, na preocupação e cuidado que adquiriram com os colegas menores que muitas vezes precisavam de auxílio, e nas habilidades que construíram em enfrentar novos desafios que encontrarão nas novas etapas da vida.
Construindo uma relação baseada no respeito, confiança e companheirismo, o professor, que tem um olhar atento para cada um de seus alunos, mostra que é possível perceber e conviver com as diferenças dentro da sala de aula, sejam elas culturais, raciais, de personalidade ou de idade entre as crianças e, mais ainda, afirma que estas diferenças podem contribuir para o desenvolvimento de cada um dos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.
25 de out. de 2007
Fórum dos Sonhos...
Sonhar... é mágico! Ao sonhar nos transportamos para outro universo... aquele que podemos fazer tudo do nosso jeito, onde todos são felizes, não existe fome, dor, sofrimento, miséria! Vejo que meus sonhos muitas vezes são atropelados pela correria do dia-a-dia, cumprir horários, prazos... tira todo o sabor que muitas atividades poderiam nos proporcionar, aí ao contrário de as realizarmos com vontade, aproveitando cada momento, tornam-se muitas vezes, simplesmente mais uma tarefa a fazer. Mas não me deixo abater por isso, continuo a sonhar...
Meu sonho hoje em dia é voltar para a sala de aula, acho que tenho muito a fazer na escola, tudo que tenho lido e aprendido nestes últimos tempos contribuiu para esta minha vontade aumentar, quero ver novamente os olhos das crianças brilhando ao descobrir as letras, escrever palavras, frases, textos e encantando-se com as histórias infantis. Estou cansada da burocracia da Educação, quem está do lado de cá sofre muito e não consegue fazer tudo que gostaria para ajudar quem está na sala de aula.
"Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã". Victor Hugo
Esta frase é emblemática, tudo que realizamos hoje, foi sonhado ontem, anteontem ou em algum dia e/ou noite no passado! Cada plano que fazemos é um sonho possível de ser realizado???... Eu continuo a sonhar e acreditar que sim! E você?
Meu sonho hoje em dia é voltar para a sala de aula, acho que tenho muito a fazer na escola, tudo que tenho lido e aprendido nestes últimos tempos contribuiu para esta minha vontade aumentar, quero ver novamente os olhos das crianças brilhando ao descobrir as letras, escrever palavras, frases, textos e encantando-se com as histórias infantis. Estou cansada da burocracia da Educação, quem está do lado de cá sofre muito e não consegue fazer tudo que gostaria para ajudar quem está na sala de aula.
"Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã". Victor Hugo
Esta frase é emblemática, tudo que realizamos hoje, foi sonhado ontem, anteontem ou em algum dia e/ou noite no passado! Cada plano que fazemos é um sonho possível de ser realizado???... Eu continuo a sonhar e acreditar que sim! E você?
20 de out. de 2007
Quando o professor "ensina", sempre ocorre aprendizagem?
Nem sempre que o professor ensina, ocorre aprendizagem, pois muitas vezes os conteúdos são desarticulados, não fazendo parte do cotidiano do aluno, fazendo o mesmo perder o interesse pelas aulas e pela escola. Ocorre também de o aluno somente decorar o conteúdo para a prova, obter boas notas e logo após esquecer tudo, o que comprova que não ocorreu aprendizagem.
A aprendizagem ocorre em todos os lugares onde possamos fazer trocas, pois somos seres sociais e a escola não é o único espaço onde ela acontece. Aprendemos em casa, com a família e em todos os grupos que convivemos; a televisão e a internet também são responsáveis por boa parte da aprendizagem hoje em dia.
Ensino em cada situação vivenciada. Estou ensinando em cada atitude que tomo diante do outro, mas só obtenho sucesso quando meus alunos aprendem. Toda que vez que percebo um aluno lendo uma palavra nova, que até pouco tempo ele não conseguia decifrar, vejo que o ensinei, observo isso, pois o acompanhei desde a sua chegada na escola, vi seu progresso dia-a-dia, cada dificuldade e como ele a superou, ou seja, fiz as intervenções necessárias para que sua aprendizagem se efetivasse.
É difícil para mim, relatar situações de ensino-aprendizagem, pois desde o início de 2005 estou fora de sala de aula (trabalhando na Secretária de Educação), procuro sempre relacionar minha prática a tudo que já li e que venho estudando durante estes anos todos de Magistério (são 19 anos); as conversas com os colegas também são fundamentais, mesmo estando afastada da sala de aula, convivo com professores, psicólogos, pedagogos e assistentes sociais durante meu dia-a-dia; consigo assim estabelecer boas trocas de experiências e me reconhecer nos seus relatos também.
A aprendizagem ocorre em todos os lugares onde possamos fazer trocas, pois somos seres sociais e a escola não é o único espaço onde ela acontece. Aprendemos em casa, com a família e em todos os grupos que convivemos; a televisão e a internet também são responsáveis por boa parte da aprendizagem hoje em dia.
Ensino em cada situação vivenciada. Estou ensinando em cada atitude que tomo diante do outro, mas só obtenho sucesso quando meus alunos aprendem. Toda que vez que percebo um aluno lendo uma palavra nova, que até pouco tempo ele não conseguia decifrar, vejo que o ensinei, observo isso, pois o acompanhei desde a sua chegada na escola, vi seu progresso dia-a-dia, cada dificuldade e como ele a superou, ou seja, fiz as intervenções necessárias para que sua aprendizagem se efetivasse.
É difícil para mim, relatar situações de ensino-aprendizagem, pois desde o início de 2005 estou fora de sala de aula (trabalhando na Secretária de Educação), procuro sempre relacionar minha prática a tudo que já li e que venho estudando durante estes anos todos de Magistério (são 19 anos); as conversas com os colegas também são fundamentais, mesmo estando afastada da sala de aula, convivo com professores, psicólogos, pedagogos e assistentes sociais durante meu dia-a-dia; consigo assim estabelecer boas trocas de experiências e me reconhecer nos seus relatos também.
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